II Tour NE – Tour TV – Episódio 3: João Pessoa

Video por Marco Nalesso | Amerê Coletivo
Texto por Alexandre Avelar | Coletivo Palafita e Minibox Lunar








Levantar acampamento! Hora de seguir com destino a João Pessoa, também conhecida como “Jampa”. Sem demora, um cafezinho esperto (fora o do Ppeu, que colocou metade do café na caneca dele). E lá vamos nós!

De cara, não dá pra não se envolver com o clima do Centro Histórico de Jampa, lindo demais. E de quebra, a sede do Espaço Mundo (coletivo de cá) fica nesse bairro. Mas ainda fica melhor: tem comida! Haehaueh… É que funciona um restaurante durante o dia.

Levamos as coisas pro Teatro Municipal, onde ficaremos hospedados. Soube em conversa com Amadeus, membro do Coletivo e nosso anfitrião, que a negociação se deu solidariamente, em troca de serviços. O Mundo prestará assessoria de imprensa para as ações do Teatro.

Tive que ir numa missão ao banco com Otto, aí a galera foi à praia. Shit! Mas nem tudo estava perdido, mesmo escurecendo, ainda fomos dar um mergulho, junto ao Amadeus, Marquinhos, Otto, Helu, Lobão e Nevilton que foi no porta-malas. Banho revigorante! Pena que dá uma morgação danada depois… O que a gente compensa com a alegria de estar numa cidade de astral tão bacana.

Todo mundo se emperiquitando, show time!

Muita gente em frente ao Espaço Mundo, encontramos amigas aqui (Sayara e Juliana). Bacana encontrar egressos de Macapá na estrada. Bate-papo descontraído.

Correria pra descolar transformador, energia toda 220v aqui. Missão pro Amadeus! Hehe.

Depois do amplificador, que era do pessoal do Burro Morto, fritar, apareceu o tal estabilizador/transformador, mas acabou não adiantando, o meu amp puxa muita energia, acabei nem usando ele.

Dei uma espiada numa casa de show quase ao lado do Espaço Mundo, onde tocava uma banda do Coletivo Mundo, “Os Reis da Cocada Preta”. Tinha bastante gente e o clima era de uma festa privada, parecia que todo mundo se conhecia, e conhecia as músicas da banda.

Choveu umas seis vezes nessa noite, cinco minutos cada chuva, hehe. Ao menos incentiva o público indeciso a entrar na casa.

Fizemos um show intimista, retribuindo o calor da cidade e do povo presente. Muito legal! Já Nevilton, que tocou antes de nós, tem um público cativo em Jampa, visto que tocou no Grito Rock aqui.

Bem, uma hora o negócio tinha que ficar feio. Hora de carregar todo o equipamento, pegar as coisas no Teatro e ir embora pra Recife, Abril Pro Rock. Sem dormir, passagem de som de manhã! Vamo nessa, que é bom à beça.

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