II Tour NE – Tour TV – Episódio 4: Recife

Video por Marco Nalesso | Amerê Coletivo
Texto por Alexandre Avelar | Coletivo Palafita e Minibox Lunar






Viagem surreal. Só lembro das imagens turvas entre as “pescadas” durante a viagem. O horário tá apertado, pois a passagem de som no Abril Pro Rock é de manhã pra Nevilton e pra nós também.
Chegamos no Centro de Convenções adiantados, mas as passagens de som atrasariam um pouco.
Então fomos pro hotel fazer check in e tentar filar o café da manhã, hehe. Assim o fizemos, e aguardamos a produção confirmar o horário da passagem de som, que só poderia ser na hora em que estivéssemos pegando no sono, né. Esse traslado do dia será todo feito com as vans do evento, então demos uma folga pro Seu Moura.
O local do APR é imeeenso. Ficamos sabendo que o festival ficou bem conceituado naquele lugar, embora tenha acontecido em outros locais anteriormente. Estrutura gigante, com várias trocas de baterias programadas, tudo na maior organização. Pudemos passar o som sem demora, mas com toda a atenção pra tirar o melhor resultado. Na volta ainda demos um pulo pra comprar baquetas, e voltamos pra filar o almoço. Com vocês devem ter notado, a comida rege nosso cotidiano. Brincadeira, é que viajando com grana contada num dá pra bobear tendo uma broca “na faixa”. Curioso o nome do hotel: Cult!
Bem, acabou nem dando tempo de descansar de novo, saída do hotel às 17h. Vai ser um show na adrenalina mesmo!
Chuva tremenda, ao contrário do calor que presenciamos aqui alguns dias atrás. Somos segunda banda da noite, a primeira do palco B, o que dá um tempo legal pra montar equipamento.
Já tinha uma galera legal quando iniciamos o show, mas naquela imensidão daquele pavilhão fica disperso. Tudo bem, a emoção de tocar num dos maiores festivais independentes do Brasil é do tamanho do pavilhão! Tocamos bem legal, foi conciso, com ótima receptividade da galera, aplaudindo sempre. Honestamente às vezes acho que o pessoal num sabe muito como reagir durante as músicas, e se prevalecem do direito de “somente” bater palmas. Convenhamos que já estamos no lucro com isso, né?!
Quando os Neviltons tocaram, já tinha bem mais gente, e o Iuri Freiberger fez o som de PA pra eles, deu uma melhorada. Pouca antes eu havia conversado com ele, e a primeira coisa que me disse foi “a Mini Box tem que viajar com um técnico, cara”. Realmente, é difícil alguém sacar a proposta da banda de primeira. Enfim, o show dos caras foi acelerado, literalmente. Como o tempo é curto, eles decidiram tocar tudo o mais rápido que dava, aheuhuae. Esses pequenos…
Nessas alturas eu já tava moído, vim embora com o equipamento na primeira van, pra deixar tudo arrumado pra saída de manhã. Quando cheguei no hotel tinha gente ainda saindo pro festival, por conta dar ruas parcialmente alagadas. Bati um papo rápido com Rodrigo Lariú e Aluizer Malab, que vez por outra encontramos porae.
Pra não fugir à regra, uma jantadinha antes de deitar… Pior que até na cozinha do hotel entrou água, mas saiu um sanduíche esperto.

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