Franca

Gabriel Ruiz | Enxame | Tour Sudeste

No trajeto Guaxupé-Franca é marcante a quantidade de cafezais presente na rodovia. A planta instalou-se no sul mineiro no século XX e está lá até hoje. Enquanto percorríamos o mar de cafezal, os CDs iam trocando: disco novo do Pata de Elefante, “Na cidade”, Nuevo Tango Ensanble, tango mediterrâneo, Cabezas de Cera e uma releitura de Bealtes bem diferente: A lounge out homage to the Beatles, que nem é tão legal. Desembarcamos em Franca perto das 18h e fomos direto ao Mestiço ´s Bar, local do show na noite do dia 15/4, sexta-feira. As bandas aproveitaram para passar o som e uma hora e meia depois seguimos para a janta na casa da sogra do Clóvis, um dos integrantes do Guerrilha Gig, o coletivo local.

Noite FDE Franca – quinta cidade
A Noite Fora do Eixo em Franca é uma parceria interessante. O coletivo embolsa toda a verba oriunda da portaria e trabalha no esquema lista-amiga, com preço menor antecipado e convites masculinos mais caros. A casa é do tipo balada, começa tarde, termina tarde e as meninas capricham bastante na produção visual. O pico situa-se numa região com vários bares, pouquíssimos com som ao vivo. Outra parceria do Guerrilha é a produção de camistas. “O cara é amigo, parceiro meu, então ele faz umas camisetas pras Noites fora do eixo, fez pro Grito Rock também” – explica o Carlos. Um dos clímax foi a participação dos metais da Cabruêra, Mib e Cezinha, que deram uma canja no fim do show do Caldo de Piaba.

A banquinha

Daniel e Ed deram uma força na banquinha

Assim como em Guaxupé, em Franca também foi sucesso, chegando a girar cerca de R$70 durante a noite. E o mais legal na verdade, foi o intercâmbio de produtos, pois o Guerrilha deixou várias camisetas, diversificando e levando adiante mais itens da banca. Anne, do Guerrilha e Daniel, do Burro Morto, permaneceram a postos na banca, ajudando quando precisou.


Impressões de Carlos – Guerrilha Gig


A galera já foi recebida na broca, com as baterias no último marcador mas ainda ávidos pela prosa e em ir agilizando o que fosse necesário pra se livrar ou da fome ou do cansaço. Alguns arriscaram se aventurar nos petiscos anexos a universidade, outros aguardaram pra degustar mais uma caprichada da parceira Cleuza com seu frango com quiabo que não sobrou nem o caroço, e foi o gatilho pros cansados já procurem um cantinho pra encostar. De volta na funhouse (republica e sede do coletivo) os viajantes tiveram pouco tempo antes do evento, mas deu pra tomar um banho e dar uma relaxada, apesar da insistẽncia canina por atenção, e a equipe de audiovisual pilhando pra fazer uma entrevista.

De volta ao Mestiço Bar, Gustavo já passava o som do Caldo de Piaba e bem antes da abertura da bilheteria estava tudo afinado, Tio do Programa Intro nas pickups, transmissão na webradio no ar e Gabriel e Rafa cozinhando nas pós produções da tour, (medalha pro rafa que trampou 4 horas de pé no premiere lapidando as capturas dos agentes) e todos do coletivo Guerrilha Gig bem distribuidos pela empreita.
De cara o Caldo já tomou a atenção, e conquistou o pouco público na casa, comprovando a dúvida que assolava sobre o evento na sexta ou no sábado (goodbye friday!), e dai pra frente o caldo so entornou… Em seguida Burro Morto derreteu a galera com seu som insano, abrindo pra Cabruêra quebrar tudo. Enfim.. é complicado descrever um show desse naipe, vamos aguardar pelo feedback de quem acompanhou, pois quem não foi dançou… e quem foi também, e muito.
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