Invasão Paraibana | 20.05 | Dia 3 | Brasília | Festival Martelada

Coisa boa é chegar numa cidade e dar tempo de dar uma turistada. Fomos tão bem recebidos aqui pelo pessoal do Coletivo Esquina que não tinha como ficar melhor: hospedagem de primeira na casa da Jack, Nana e Alice (a filhota linda da Nana), macarronada delícia no almoço, um passeio turístico durante a tarde pela cidade finalizado com parada num bar pra beber uma belíííssima Heinekem de 600ml (Lá em João Pessoa ainda não chegou, veja só!) e o jantar numa pizzaria responsa, com uma tal de pizza de Calabresa Bêbada famosa, picante até a alma. Perfeita. Todo mundo satisfeito, era hora de passar nas casas (a Sex on the Beach está na casa do Marcelo), tomar banho, pegar os equipamentos e partir pro Gates, o primeiro show desta tour.

Sex on the Beach no Museu da Republica

Fábio (Nublado) e Diogo (Sex) foram ao programa do Senhor F um pouco antes do show começar, dar uma entrevista sobre o show do Martelada e toda a Invasão Paraibana.

23:30h, Gates Pub.

O lugar do show é fenomenal: Clima maravilhoso e um som de primeira! Toda a produção funcionou muito bem, o Esquina tem uma equipe que deixou todo mundo muito a vontade. E várias pessoas conhecidas apareceram, já estavamos nos sentindo em casa.

A Sex on the Beach tocou por volta da 00:30h. E que show foda, os caras estão muito bem de palco, mostraram neste primeiro show pra que vieram. André, que está substituindo o Marlo, baixista da banda, não deixou nada a desejar, mesmo com poucos ensaios. O publico foi bastante receptivo também, encheu a frente do palco, dançou e ficou de cara com surf music de Campina Grande.  Campina é uma cidade que não tem praia, mas ha quem diga que o pessoal de lá é mais praieiro que pessoense “Quando a galera de Campina vai pra praia, meu véio, a galera vai pra praia MESMO” – bem colocou Alberto (Nublado). Show de primeira qualidade,  não tem como ficar indiferente.

Após o show da Sex, a local Gilbertos Come Bacon  subiu ao palco, seguida da Nublado. O publico ja tinha diminuido um pouco, mas nada gritante. A vibe ainda estava boa, o alcool  para muitos ja tinha feito efeito e as guitarras de Alberto e Fábio embalaram dancinhas e olhares curiosos. Fazendo sucesso na banquinha após o show, várias pessoas da cidade chegaram pra conversar, e isso é uma das melhores coisas de se tocar fora de casa. Brasília nos pareceu realmente bastante receptiva, começamos a tour com o pé direito.

Ao fim do show toda a galera do Coletivo Esquina que estava na produção fez um grande círculo do lado de fora do Gate’s Pub pra falar sobre a noite, o Martelada, o trabalho e as nossas impressões. Fizemos uma foto de todo mundo junto para a posteridade e ja era hora de voltar pra casa pra dormir algumas poucas horas, afinal ja era 4 da manhã e tínhamos que sair rumo a Goiânia às 8 do outro dia.

Chegamos em casa, pedimos uma pizza e automaticamente todo mundo apagou. Merecidamente.

Fim do terceiro dia e as melhores impressões possíveis de Brasília. Fica o nosso muitissimo obrigada a todo mundo daqui: Jack, Nana, a lindissima Alice,  Marcelo, Fernando, Diego, o pessoal do Velhos e Usados, Nina e todo mundo mais do Esquina.

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