Día 15 – 21 de octubre – São Pablo / São Paulo (SP)

por Leandro Conejo

La magnitud de la ciudad de São Paulo es incomprensible, 20 millones de habitantes y un promedio de un auto cada dos personas, sumados a todos los vehículos que visitan la ciudad. Eso hace que transitar por el centro sea casi imposible.
Dejamos a los chicos de Joseph Tourton en el Centro Cultural de Sao Paulo (CCSP), un espacio de dimensiones proporcionales a la capital de estado y de ahi arrancamos hacia el Studio SP para hacer la prueba de sonido. Antes, hicimos una breve visita a la sede del Colectivo Amerê, encargado de la producción del evento. Una vez llegados, nos reencontramos con Bruno de Macaco Bong, hacía ya un año y medio que habiamos producido su primer show en Buenos Aires, sin dudas un hecho que cambio para siempre el destino de los Conejos ya que ellos fueron los que nos hablaron por primera vez del Fora do Eixo y fueron los que nos abrieron las puertas del Brasil.

La prueba se extendió por varias horas por culpa de unos amplificadores que no querian funcionar, por eso tuvimos que cambiar lo planeado, dejar de lado la duchita pre show y ejecutar la siesta en un sillón del camarín. El lugar está buenísimo, con una disposición de escenario particular que hace que todo el público quede cerca de uno.

A media noche comenzaron los Aeromoças e Tenistas Russas, banda instrumental de São Carlos con la que habíamos compartido muchos momentos pero todavía ningún escenario. Cuando empezamos a tocar estaba casi lleno el Studio, hicimos un muy buen show, por primera vez en la gira pudimos jugar con los volúmenes, cada momento tranquilo cercano al silencio sirvió como parámetro para percibir la concentración y atención de todo el mundo ya que nadie hablaba. Volvimos a tener a Jovem de invitado y como frutilla del postre (y como no podia ser de otra forma), los Macaco Bong la rompieron. Venian de tocar para varias decenas de milies en el SWU junto a Mars Volta y Rage Against The Machine, pero encararon el show con las mismas ganas e intensidad de siempre. Noche perfecta, rebalsada de buena música y buenos amigos. Estas son las cosas que justifican todo el esfuerzo que una banda independiente tiene que hacer para seguir rodando.

Versão Brasileira:

A magnitude da cidade de São Paulo é incompreensível, 20 milhões de habitantes e uma média de um carro a cada duas pessoas adicionadas a todos os veículos que visitam a cidade. Isso faz com que passar pelo centro seja quase impossível.
Deixamos os meninos Joseph Tourton Centro Cultural de São Paulo (CCSP), um espaço de dimensões proporcionais à capital e fomos ao Studio SP para fazer a passagem de som. Antes, fizemos uma breve visita à sede do Amerê Coletivo encarregado de produzir o evento. Quando chegamos,  nos reunimos com Bruno do Macaco Bong, que há um ano e meio  tinha produzido o seu primeiro show em Buenos Aires, sem dúvida, um fato que mudou para sempre o destino dos coelhos. Foram eles que falaram para nós do Fora do Eixo e que abriram as portas do Brasil.

A passagem durou várias horas por causa de alguns amplificadores que não queriam trabalhar, por isso tivemos de mudar o plano, pôr de lado o banho pré show e tirar uma soneca em uma cadeira no camarim. O lugar é ótimo, com uma disposição de determinado cenário que faz com que o público fique perto.

À meia-noite começou Aeromoças e Tenistas Russas, de São Carlos, banda instrumental com quem compartilhamos muitos momentos, mas ainda não há. muita gente. Quando começamos a tocar estava quase cheio o estúdio, fizemos um show muito bom, pela primeira vez na turnê que nós poderíamos jogar com os volumes, cada vez que quase silencioso, tranquilo, servia como um parâmetro para receber o foco e atenção de todos e ninguém falou. Voltamos a ter o Jovem como convidado, como a cereja no topo do bolo (e como poderia ser de outra forma), o Macaco Bong quebrou tudo. Eles vieram de uma apresentação para  milhares no SWU com Mars Volta e Rage Against The Machine, mas segurou o show com o mesmo entusiasmo e intensidade. Noite perfeita, cheia de boa música e bons amigos. Estas são as coisas que justificam o esforço que uma banda independente tem que fazer para se manter circulando.

Leandro Conejo e Jovem Palerosi

Bruno Kaiapi do Macaco Bong e Hard em participação especialíssima

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