Día 16 – 22 de octubre – Bragança Paulista (SP)

por Leandro Conejo

El viernes nos encontró en la bellísimamente caótica ciudad de São Paulo, recorrimos sus curvas, subidas y bajadas, siempre apurados, con un ojo en el reloj y otro en la inmensa manta de concreto que escupe humo nerviosa. Fue una breve degustacion que hizo darme cuenta de lo importante que sería volver a esta capital del continente para poder conocerla con tiempo. Pero la prioridad en ese día era llegar al Galpão Busca Vida (Galpón Busca Vida) antes de las 18hs para probar sonido. São Paulo nos despidió a su manera, con un embotellamiento que nos retraso más de una hora. A 87,7 kms, Bragança Paulita(SP), el reino del gran Quique Brown, ciudad que no pudimos conocer ya que la fecha era en un especie de chacra en el medio del mato. Veniamos de recorrer una de las ciudades más grandes del mundo y, sin anestesia, ni tiempo para acomodarnos, pasamos del monopolio gris al verde valle, de autopistas de 8 carriles a un camino angosto de tierra, de las monotonas formas que la mano del hombre construye a los hipnóticos fractales que la naturaleza nos ofrenda.

Fuimos recibidos por Joca con una gran sonrisa, un poema y una botella de cachaça casera, el mono si que sabe recibir a la gente. El Galpão es muy parecido a Antiguas Lunas, nuestro bar/madriguera coneja y lugar donde dimos nuestros primeros sobrevuelos, el único detalle era que el Busca Vida queda en el medio de la selva subtropical lejos de todo. Además de tener perros dando vueltas y ricas pizzas, como pasaba tambien en Antiguas Lunas, bajando una barranca, tienen una posada donde fuimos hospedados…… mejor imposible.

Después de los shows de los Conejos y os Tourtons, con la cachaça contaminándonos alegría, se hizo la primer presentación ao vivo del primer hijo que dara esta gira, “A orquesta específica de cumbia” integrada por las dos bandas.

Hoy a la tarde, después que Joca nos diera una oleada mas de abrazos y cachaça partimos hacia Serrana, condado del conde Ricardo Brasileiro.

Versão Brasileira:

Na quinta-feira estivemos na cidade maravilhosamente caótica de São Paulo, visitamos as suas curvas, subidas e descidas, sempre com pressa, com um olho no relógio e outro na grande cortina de fumaça expelindo concreto. Foi uma prova curta, que me fez perceber o quão importante seria retornar a esta capital do continente para se reunir com o tempo. Mas a prioridade, nesse dia, era chegar ao Galpão Busca Vida, antes da 18hrs para testar o som. São Paulo se despediu a sua maneira, com um engarrafamento que nos atrasou mais de uma hora. A km 87,7, Bragança Paulita (SP), o reino do grande Quique Brown, uma cidade que não pudemos conhecer porque o show era em uma espécie de fazenda no meio da mata. Visitamos uma das maiores cidades do mundo, sem anestesia, ou tempo para nos acomodar, fomos do cinza ao verde vale do monopólio, de rodovia oito pistas para uma estreita estrada de terra, as formas monótonas que o homem- hipnóticos, construídas pela natureza fractal nos oferecia.

Fomos recebidos por Joca com um grande sorriso, um poema e uma garrafa de cachaça artesanal, o cara sabe receber as pessoas recebem. O Galpão é muito semelhante ao Velho Lua, o bar / salão onde Conejos pegou o primeiro voo rasante, o único detalhe foi que a busca por vida está no meio da floresta subtropical longe de tudo. Além de ter um cachorro correndo em volta e uma deliciosa pizza, como aconteceu também na Lua Velha, abaixo de uma ravina, com uma pousada onde estávamos hospedados …… melhor impossível.

Depois do show, eu, Tourtons e Conejos com cachaça contaminados alegria, aconteceu a primeira apresentação AO vivo do primeiro filho dessa turnê, “A Maior Orquestra Específica de Cumbia”, formada pelas duas bandas.

Esta tarde, após Joca dar-nos mais uma leva de abraços e cachaças, seguimos em direção a Serrana, condado do conde Ricardo Brasileiro.

 

 

Galpão Busca Vida

 

A cachaça artesanal Busca Vida, produzida lá

 

A Maior Orquestra Específica de Cumbia antes do show

 

 

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