Em Pium

Por Isis Maria Minera

Pium é há meia hora de Natal, então, acordados e alimentados, tinhamos muito tempo até a hora do show, então, conseguimos, depois de apanhar muito da conexão de internet, trabalhar um pouco e dar um mergulhinho também. Rumo a Pium, passamos numa feira pra comprar umas frutas, que os Conejos piram porque lá na Argentina não tem variedade como aqui. Indo pra lá, passamos por uma base de lançamento de aviões, pelo maior cajueiro do mundo, devidamente guiados por Diogo Guedes e suas estatísticas controversas e Neco, nossa enciclopédia, que parece ter uns trezentos anos, já que tudo ele viu, comeu, viveu, morou, esteve.

O show roloria numa lona de circo, o Circo da Luz, e deu um clima diferente. Com um público maior que no dia anterior, Tourton também se apresentaria nesse dia, além de outras bandas.

Tesla Orquestra abriu como no dia anterior, e ali, com muito mais espaço, o circo era de frente pra uma longa rua, que foi sendo tomada aos poucos por mesas, cadeiras, barraquinhas de lanche, crianças de bicicleta, pessoas que foram pra ver os shows. Mas ainda não tinha cara de festival.

Os dois shows funcionaram bem, foram bem legais, e do Conejos diferente, com algumas pessoas que já haviam visto, em pé, dançando e se lembrando da noite anterior.

Ficamos mais um pouco e fomos comer, já passava da 00h e começava o aniversário de Leandro, mas estávamos tão quebrados que todos dormiram, e deixamos para comemorar no dia seguinte, em Mossoró.

Circo da Luz

Matias Conejo

 

A Banda de Joseph Tourton

 

 

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